O hábito da meditação e do esporte

A MEDITAÇÃO E O ESPORTE

Meditar e praticar esporte têm muito em comum. Ambos exigem foco, disciplina, persistência, resiliência. A cada minuto que você está ali meditando, ou praticando esporte, nada mais importa, além da experiência vivida naquele momento: o sentimento, a sensação e os benefícios adquiridos. Não bastasse isso, ambos garantem saúde física e mental. Cada um a sua maneira. Digo isso a partir de anos de prática esportiva e 450 dias consecutivos de meditação.

 

Cada minuto praticado tem um imenso valor, por razões que só viver ele pode explicar. A soma de cada um destes minutos garante o resultado que esperamos com o seu exercício. Naturalmente, temos práticas que são inesquecíveis pelos seus ganhos e experiências ímpares, outras que sempre lembramos pela dificuldade de ir até o fim e cumprir a meta pré-estabelecida. Sem dúvida, há momentos de epifania, grandes descobertas e muito autoconhecimento. Esses nem sempre valem para atingir o objetivo, mas são as oportunidades de evoluirmos e nos tornarmos melhores de algum modo.

 

A jornada tem muito valor!

 

A partir disso percebemos quanto, de fato, a jornada vale mais do que a conquista. A oportunidade de falar sobre cada experiência, de ter companhia ao longo da jornada, de alguma maneira ter alguém nos guiando pelos caminhos tortuosos da prática diária. Mas, no fim, o maior benefício é o fim nele mesmo. Não o objetivo atingido, mas o entusiasmo, o sentimento, a sensação vivida a cada momento da prática. Afinal, como disse Aristóteles “nós somos o que fazemos repetidas vezes. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito.” Logo, o que nos faz sermos o que somos são ações e práticas constantes e contínuas.

 

Chego ao fim deste texto sem saber se desenvolvi o meu raciocínio a partir da minha experiência no esporte ou na meditação. O grande objetivo sempre será de manter o hábito de me conhecer cada vez mais, pela importância de ser melhor a cada dia. Por quê? Não sei. Talvez seja pela intenção de praticar, mais do que pela intenção de conquistar o objetivo. E seja a busca pela experiência por ela própria, sem uma grande estratégia por trás. Contudo, o que importa é sempre a sensação e o sentimento que experimentamos ao longo de cada ação, para mantermos o hábito de evoluir constantemente.

 

*Créditos da foto de ilustração: Secco Fotografia (por Felipe Secco Richter)

 

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